Reviravolta branca castiga desperdício do Bro tá Fogo
Bro tá Fogo e Smoke City FC mediram forças num encontro intenso e muito disputado, com duas equipas sempre à procura da baliza e vários momentos de perigo, sobretudo na segunda parte, onde o marcador acabou por sofrer uma cambalhota decisiva.
Na primeira parte, o Bro tá Fogo entrou mais atrevido. António Serrano recebeu no meio-campo, levantou a cabeça e, ainda bem longe da área, arriscou um remate potente de fora da área, obrigando Ricardo Gaspar (estrangeiro) a voar para uma defesa incrível que evitou o primeiro. Pouco depois, Manel Costa recuperou bola com agressividade no meio terreno ofensivo, arrancou decidido para a área e, já perto da linha, soltou na esquerda para Gonçalo Almeida que, na cara do guarda-redes, rematou com muito perigo, mas ao lado, desperdiçando uma ocasião flagrante.
Na segunda parte, o Bro tá Fogo voltou a entrar forte e chegou mesmo à vantagem quando Gonçalo Almeida recebeu no meio, avançou alguns metros sem oposição e, de fora da área, disparou colocado ao canto inferior esquerdo, fazendo o 1-0 com um grande golo. O Smoke City respondeu com uma jogada coletiva bem desenhada e, após um lançamento, Diogo Mendes colocou tenso para o segundo poste onde Pedro Catalão apareceu a rematar de primeira com muita potência, mas ao lado. André Fonseca (estrangeiro) ainda protagonizou uma grande jogada individual pela linha, assistindo rasteiro para Manel Costa que tentou finalizar de calcanhar na área, mas a bola saiu ao lado. A insistência do Smoke City acabaria por dar frutos quando Rodrigo Brinca descobriu Pedro Catalão com um passe rasteiro em desmarcação, este recebeu na esquerda e, na cara do guarda-redes, rematou rasteiro cruzado, restabelecendo a igualdade e fazendo o 1-1. Logo de seguida, nova jogada coletiva dos brancos, Pedro Catalão recebeu na esquerda e assistiu de primeira para Rodrigo Brinca que, sem oposição, rematou de primeira para o fundo das redes, consumando a reviravolta e fazendo o 1-2.
No final, o Bro tá Fogo pagou caro as oportunidades desperdiçadas, enquanto o Smoke City FC mostrou eficácia e frieza nos momentos decisivos. Um jogo equilibrado que acabou decidido pela capacidade dos brancos em aproveitar os erros e transformar pressão em golos.
Por Francisco Osório
por Pedro Chantre