Dynamo Boiev resolve na segunda parte e vence a Sagrada Família
O Dynamo Boiev, de preto, entrou forte frente à Sagrada Família, de branco, num encontro marcado pela intensidade e por várias jogadas de perigo junto às duas balizas. Desde cedo, o Dynamo mostrou maior capacidade ofensiva, enquanto a Sagrada Família procurou responder sobretudo através de bolas paradas.
Na primeira parte, o Dynamo começou por criar perigo numa grande bola de Guilherme Kong para a área, onde Duarte Frade cabeceou, obrigando João Teiga (estrangeiro) a uma grande defesa. Pouco depois, Marcos Júnior recebeu pelo lado direito e rematou por cima com muito perigo. O golo do Dynamo surgiu após um lance de bola parada, com Marcos Júnior a colocar a bola na área e João Melão, dentro da área, a rematar de primeira para o fundo da baliza, fazendo o 1-0. A Sagrada Família respondeu também de bola parada, com Duarte Grais a assumir a cobrança e a rematar a um palmo do solo com muita potência, passando por baixo da barreira e entrando com força na baliza, reduzindo para 1-1. Ainda antes do intervalo, grande jogada coletiva do Dynamo, com Zé Almeida a oferecer a Francisco Perdigão, que na área rematou rasteiro cruzado para fazer o 2-1.
Na segunda parte, o Dynamo voltou a entrar melhor e, numa jogada coletiva marcada pela confusão na área devido às más condições do campo provocadas pela chuva, Tomás Chagas rematou na cara do guarda-redes, que ainda tentou a defesa, mas sem efeito, aumentando para 3-1. A equipa manteve a pressão e voltou a marcar na sequência de um grande canto batido por Duarte Frade, teleguiado para a cabeça de João Melão, que na área cabeceou de primeira para o fundo da baliza, fechando o resultado em 4-1.O Dynamo Boiev foi mais consistente e eficaz ao longo de todo o encontro, aproveitando bem os momentos decisivos do jogo. A Sagrada Família ainda conseguiu responder e criou dificuldades, mas acabou por não resistir ao maior poder coletivo do adversário.
Uma vitória justa, construída com boas jogadas e grande presença ofensiva.
Por Francisco Osório
por Pedro Chantre