Bodycount vira o resultado e segura vantagem até ao fim
A Sagrada Família entrou melhor e marcou primeiro, mas a eficácia dos visitantes, aliada a uma organização defensiva em bloco baixo na fase final, garantiu o triunfo ao Bodycount.
A partida começou bastante intensa e muito disputada, com duelos constantes a meio-campo. Na primeira grande oportunidade de perigo da equipa da casa, surgiu o golo inaugural. Após um pontapé de canto, Manuel Costa ganhou nas alturas à defesa contrária e cabeceou para o 1-0. A resposta do Bodycount não tardou e Ricardo Peixoto dispôs de uma ocasião soberana para empatar, ao recuperar uma bola dentro da área e aparecer frente a Carlos Saraiva, que respondeu com uma enorme defesa. Já no último lance da primeira parte, o avançado visitante redimiu-se, voltou a recuperar uma bola na zona defensiva adversária e, desta vez, frente ao guarda-redes, não perdoou, restabelecendo a igualdade.
Na segunda metade, o Bodycount entrou com maior intensidade e conseguiu operar a reviravolta. Tomás Santos protagonizou uma excelente jogada individual, tirou um adversário do caminho e, de fora da área, disparou para um golo de belo efeito, fazendo o 1-2. A Sagrada Família tentou reagir e procurar o empate, mas esbarrou numa defesa bem posicionada, a jogar em bloco baixo e muito compacta, que fechou os espaços e limitou ao máximo as oportunidades de perigo junto à baliza visitante.
por João Peres